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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Idéias
Por favor , me dem opções de animais para mim falar ...
Eu estou precisando de ideias !!
Todos os animais que voceis falarem eu vou anotar e escrever sobre eles !!!!
muito obrigado !!!!
Alicia !
Eu estou precisando de ideias !!
Todos os animais que voceis falarem eu vou anotar e escrever sobre eles !!!!
muito obrigado !!!!
Alicia !
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
tartaruga voraz
Ela é perigosa
A tartaruga voraz tem uma cara feia e um temperamento que combina com ela. Morde qualquer coisa que a incomode, e com suas poderosas maxilas, pode quebrar uma vassoura ou destroçar um braço. Essas tartarugas são encontradas na América do Canadá ao Equador. São Aquáticas e preferem as águas calmas e lodosas passam o tempo junto ao fundo, subindo de vez em quando para respirar. Alimenta-se de peixes e aves aquáticas. São muito agressivas e devem ser seguradas com maior cuidado.
Há duas espécies de tartarugas-vorazes, a comum e a tartaruga-aligátor, esta encontrada no Sul dos Estados Unidos, é a maior tartaruga de água doce. Ela pesca atraindo os peixes com sua língua vermelha parecida com uma minhoca, apresenta três altas espinhas em sua carapaça.
girafa
Nem sempre por cima da situação
A girafa é um mamífero ruminante de grande porte. Vive nas regiões secas e com árvores dispersas situadas nas savanas africanas do sul do deserto do Saara. As girafas foram caçadas para extração de sua pele, grossa e resistente, mas atualmente a espécie é protegida.

A girafa é um mamífero ruminante de grande porte. Vive nas regiões secas e com árvores dispersas situadas nas savanas africanas do sul do deserto do Saara. As girafas foram caçadas para extração de sua pele, grossa e resistente, mas atualmente a espécie é protegida.
As girafas são tímidas e atentas. As girafas são ativas principalmente ao entardecer e no início da manhã, descansando durante as horas mais quentes do dia. Usualmente dormem em pé, mas ocasionalmente, deitam-se.
Apesar do seu longo pescoço, a girafa possui o mesmo número de vértebras que o camundongo ou o homem. E assim tão alta por causa do alongamento de cada um dos ossos do pescoço e das pernas. Essa grande altura permite a girafa alimentar-se das folhas mais altas e mais tenras das árvores, especialmente da acácia |
domingo, 16 de janeiro de 2011
bicho - preguiça
Um mundo de cabeça para baixo A preguiça gosta de aproveitar seu tempo. Anda bem devagar e nada perturba o seu sossego. A preguiça dorme o dia inteiro nas árvores, pendurada num galho pelos quatro pés, de costas para o chão, e com a cabeça pendida sobre o peito. A preguiça fica nessa posição durante horas, sem se mexer. Suas reações, sua digestão e até sua respiração são lentas. Este mamífero(preguiça) de hábitos noturnos vive em pequenos bandos nas florestas tropicais úmidas das Guianas. Venezuela e Nordeste do Brasil. A preguiça desce das árvores só quando é obrigado. A preguiça é quase incapaz de se movimentar no chão, mas nada muito bem. A visão e a audição da preguiça são fracas e ela se orienta principalmente pelo olfato. Quando a preguiça dorme, seu pêlo comprido e espesso pende da barriga para o dorso e funciona como proteção contra a chuva.
pica - pau
Ele deixa sua marca
Grandes buracos ovais ou alongados (em vez de redondos) são um sinal de que um pica pau de crista passou por um tronco de árvore. Como os outros pica-paus, este perfura árvores à procura de insetos, utilizando o bico. Como um lenhador para derrubar uma árvore, o pica-pau cinzela de um lado e de outro, alternadamente. Uma vez feito o buraco, ele introduz nele sua língua longa e áspera, à cata de insetos e larvas.
Este pica-pau e o quase extinto pica pau de bico de marfim são os únicos que apresentam uma crista. Ele é uma ave grande, do tamanho de um corvo.
Os pica-paus fazem seus ninhos em profundos buracos que cavam nos troncos das árvores.

Grandes buracos ovais ou alongados (em vez de redondos) são um sinal de que um pica pau de crista passou por um tronco de árvore. Como os outros pica-paus, este perfura árvores à procura de insetos, utilizando o bico. Como um lenhador para derrubar uma árvore, o pica-pau cinzela de um lado e de outro, alternadamente. Uma vez feito o buraco, ele introduz nele sua língua longa e áspera, à cata de insetos e larvas.
Este pica-pau e o quase extinto pica pau de bico de marfim são os únicos que apresentam uma crista. Ele é uma ave grande, do tamanho de um corvo.
Os pica-paus fazem seus ninhos em profundos buracos que cavam nos troncos das árvores.
elefante - marinho
Os elefantes-marinhos são grandes mamíferos: a fêmea atinge 3,50 metros e o macho até 6,5 metros, pesando até 3 toneladas. A cabeça é grande, com olhos grandes e salientes e arcadas superciliares com pêlos rígidos. Nos machos, o nariz alonga-se numa espécie de tromba, que originou o nome popular da espécie. Os membros anteriores, apesar de robustos, não proporcionam bom rendimento em terra; os posteriores, muito fortes, com cinco dedos e fendidos ao meio, formam uma espécie de remo cada um.
Os elefantes-marinhos passam cerca de 80% das suas vidas a nadar nos oceanos, podem ficar até 80 minutos sem respirar e mergulhar até 1700 metros de profundidade. A época de reprodução dura apenas cerca de um mês no Verão do hemisfério onde vivem. Neste período as fêmeas concentram-se em colónias numerosas localizadas e praias separadas por haréns controlados por um macho dominante. A fêmea dá à luz uma cria, que amamenta apenas durante este período sem nunca se afastar para se alimentar. Ao fim deste tempo, já fecundada de novo, a fêmea regressa ao mar abandonando o harém e as crias. Cada macho dominante tem que lutar contra invasões de vizinhos e tentativas de usurpação, ao mesmo tempo que tenta cobrir o maior número possível de fêmeas no seu território. O stress da época de reprodução é tão grande para os machos que muitos deles morrem de exaustão no fim da estação. A esperança de vida média das fêmeas, que atingem a maturidade sexual aos 3-4 anos, é de cerca de 20 anos. Os machos só adquirem o estatuto de macho dominante por volta dos 8 e raramente vivem além dos 10-11 anos.
Os elefantes-marinhos foram caçados em abundância pela sua pele, gordura e óleos e estiveram à beira da extinção no século XIX. Atualmente estão fora de perigo e a sua caça é proibida.
Os elefantes-marinhos passam cerca de 80% das suas vidas a nadar nos oceanos, podem ficar até 80 minutos sem respirar e mergulhar até 1700 metros de profundidade. A época de reprodução dura apenas cerca de um mês no Verão do hemisfério onde vivem. Neste período as fêmeas concentram-se em colónias numerosas localizadas e praias separadas por haréns controlados por um macho dominante. A fêmea dá à luz uma cria, que amamenta apenas durante este período sem nunca se afastar para se alimentar. Ao fim deste tempo, já fecundada de novo, a fêmea regressa ao mar abandonando o harém e as crias. Cada macho dominante tem que lutar contra invasões de vizinhos e tentativas de usurpação, ao mesmo tempo que tenta cobrir o maior número possível de fêmeas no seu território. O stress da época de reprodução é tão grande para os machos que muitos deles morrem de exaustão no fim da estação. A esperança de vida média das fêmeas, que atingem a maturidade sexual aos 3-4 anos, é de cerca de 20 anos. Os machos só adquirem o estatuto de macho dominante por volta dos 8 e raramente vivem além dos 10-11 anos.
Os elefantes-marinhos foram caçados em abundância pela sua pele, gordura e óleos e estiveram à beira da extinção no século XIX. Atualmente estão fora de perigo e a sua caça é proibida.
guepardo
Como um relâmpago...
. . . ou como um guepardo! Esse animal corre muito: pode alcançar a velocidade de 120 quilômetros por hora. Sua especialidade é o ataque de surpresa. Como se surgisse do nada, o guepardo cai sobre um rebanho que pasta e mesmo animais ágeis como a gazela, o antílope, a zebra, o avestruz e o gnu não podem escapar do guepardo. Geralmente o guepardo prefere caça pequena. É um animal solitário, embora às vezes cace aos pares.
curiosidades !!!
O animal que corre mais rápido - Guepardo - Este felino pode correr até 110 km por hora. Mas, ele só consegue correr esta velocidade em distâncias curtas, equivalente a 4 quarteirões.
O peixe que nada mais rápido - Agulhão-vela Este peixe segura o record do nadador mais veloz. Alcança uma velocidade de 115 km por hora.
O animal que pula mais alto - Pulga- A pulga é um dos maiores atletas de natureza. Este inseto pode saltar mais de trezentas vezes a altura do seu próprio corpo. Se você pudesse fazer isso, você poderia saltar do início ao fim de um campo de futebol americano em um único pulo.
O animal que mergulha mais fundo - Elefante marinho - Segundo os cientistas ele é o campeão de mergulho. Eles são encontrados na consta da California, México e América do Sul. Eles podem mergulhar de 1220 metros em busca de comida no fundo dos oceanos. Leva somente 17 min para este animal notável alcançar aquela profundidade.
O maior primata das Américas, endêmico da Mata Atlântica - Muriqui O muriqui é o maior primata das Américas. A cabeça é redonda, o corpo é pesado, os membros são longos e esbeltos; o rabo é mais longo que o corpo, desnudo em baixo perto da ponta, e preênsil.
A mais bizzara e intrigante espécie de quelônio - Matamatá Carapaça com até 40 cm de comprimento, quadrangular, apresentando três fileiras de quilhas; cabeça achatada, triangular, com uma probóscide; nos lados da cabeça e pescoço são observadas extensões de pele.
O Maior cervo da América do Sul - Cervo-do-Pantanal (Blastocerus dichotomus) - ALTURA: Até o dorso - de 1,1 a 1,2 m COMPRIMENTO: 1,8 e 1,9 m, cauda de 10 a 15
Uma das maiores aves da América do Sul e o Símbolo do Pantanal - Jaburu (Jabiru mycteria) - além do seu tamanho (1,10 m), chama a atenção pelo seu enorme ninho feito de galhos de arbustos secos, construído em árvores como o "manduvi" (Sterculia striata), a "piúva" (Tabebuia impetigosa) ou em troncos de árvores mortas.
O Maior dos Antílopes - Elande (Taurotragus derbianus gigas) - O maior de todos os antílopes, com 1,65 m. de altura e 900 quilos. Fêmeas também tem chifres.
O peixe que nada mais rápido - Agulhão-vela Este peixe segura o record do nadador mais veloz. Alcança uma velocidade de 115 km por hora.
O animal que pula mais alto - Pulga- A pulga é um dos maiores atletas de natureza. Este inseto pode saltar mais de trezentas vezes a altura do seu próprio corpo. Se você pudesse fazer isso, você poderia saltar do início ao fim de um campo de futebol americano em um único pulo.
O animal que mergulha mais fundo - Elefante marinho - Segundo os cientistas ele é o campeão de mergulho. Eles são encontrados na consta da California, México e América do Sul. Eles podem mergulhar de 1220 metros em busca de comida no fundo dos oceanos. Leva somente 17 min para este animal notável alcançar aquela profundidade.
O maior primata das Américas, endêmico da Mata Atlântica - Muriqui O muriqui é o maior primata das Américas. A cabeça é redonda, o corpo é pesado, os membros são longos e esbeltos; o rabo é mais longo que o corpo, desnudo em baixo perto da ponta, e preênsil.
A mais bizzara e intrigante espécie de quelônio - Matamatá Carapaça com até 40 cm de comprimento, quadrangular, apresentando três fileiras de quilhas; cabeça achatada, triangular, com uma probóscide; nos lados da cabeça e pescoço são observadas extensões de pele.
O Maior cervo da América do Sul - Cervo-do-Pantanal (Blastocerus dichotomus) - ALTURA: Até o dorso - de 1,1 a 1,2 m COMPRIMENTO: 1,8 e 1,9 m, cauda de 10 a 15
Uma das maiores aves da América do Sul e o Símbolo do Pantanal - Jaburu (Jabiru mycteria) - além do seu tamanho (1,10 m), chama a atenção pelo seu enorme ninho feito de galhos de arbustos secos, construído em árvores como o "manduvi" (Sterculia striata), a "piúva" (Tabebuia impetigosa) ou em troncos de árvores mortas.
O Maior dos Antílopes - Elande (Taurotragus derbianus gigas) - O maior de todos os antílopes, com 1,65 m. de altura e 900 quilos. Fêmeas também tem chifres.
cavalo
O cavalo (do latim caballu) é um mamífero hipomorfo, da ordem dos ungulados, uma das sete espécies modernas do gênero Equus. A denominação para as fêmeas é égua, para os machos não castrados, garanhão e para os filhotes, potro. Esse grande ungulado é membro da mesma família dos asnos e das zebras, a dos equídeos. Todos os sete membros da família dos equídeos são do mesmo gênero, Equus, e podem relacionar-se e produzir híbridos, não férteis, como as mulas.Pertencem a ordem dos perissodáctilos no qual fazem parte rinocerontes e antas (tapires). Os cavalos têm longas patas de um só dedo cada. Os cavalos (Equus caballus) são perfeitamente adaptados a diversos desportos e jogos, como corrida, polo, provas de ensino ou equitação, ao trabalho e até à equoterapia (recuperação da coordenação motora de certos deficientes físicos).
Esses animais dependem da velocidade para escapar a predadores. São animais sociais, que vivem em grupos liderados por matriarcas. Os cavalos usam uma elaborada linguagem corporal para comunicar uns com os outros, a qual os humanos podem aprender a compreender para melhorar a comunicação com esses animais. Seu tempo de vida varia de 25 a 30 anos.
O cavalo teve, durante muito tempo, um papel importante no transporte; fosse como montaria, ou puxando uma carruagem, uma carroça, uma diligência, um bonde, etc.; também nos trabalhos agrícolas, como animal para a arar, etc. assim como comida. Até meados do século XX, exércitos usavam cavalos de forma intensa em guerras: soldados ainda chamam o grupo de máquinas que agora tomou o lugar dos cavalos no campo de batalha de "unidades de cavalaria", algumas vezes mantendo nomes tradicionais (Cavalo de Lord Strathcona, etc.)
Como curiosidade, a raça mais rápida de cavalo, o famoso thoroughbred (puro sangue inglês ou PSI) alcança em média a incrível velocidade de 17 m/s (~60 km/h).
Esses animais dependem da velocidade para escapar a predadores. São animais sociais, que vivem em grupos liderados por matriarcas. Os cavalos usam uma elaborada linguagem corporal para comunicar uns com os outros, a qual os humanos podem aprender a compreender para melhorar a comunicação com esses animais. Seu tempo de vida varia de 25 a 30 anos.
O cavalo teve, durante muito tempo, um papel importante no transporte; fosse como montaria, ou puxando uma carruagem, uma carroça, uma diligência, um bonde, etc.; também nos trabalhos agrícolas, como animal para a arar, etc. assim como comida. Até meados do século XX, exércitos usavam cavalos de forma intensa em guerras: soldados ainda chamam o grupo de máquinas que agora tomou o lugar dos cavalos no campo de batalha de "unidades de cavalaria", algumas vezes mantendo nomes tradicionais (Cavalo de Lord Strathcona, etc.)
Como curiosidade, a raça mais rápida de cavalo, o famoso thoroughbred (puro sangue inglês ou PSI) alcança em média a incrível velocidade de 17 m/s (~60 km/h).
golfinhos
Os golfinhos ou delfins são animais cetáceos pertencentes à família Delphinidae. São perfeitamente adaptados para viver no ambiente aquático, sendo que existem 37 espécies conhecidas de golfinhos dentre os de água salgada e água doce. A espécie mais comum é a Delphinus delphis.
São nadadores privilegiados, às vezes, saltam até cinco metros acima da água, podem nadar a uma velocidade de até 40 km/h e mergulhar a grandes profundidades. Sua alimentação consiste basicamente de peixes e lulas. Podem viver de 25 a 30 anos e dão à luz um filhote de cada vez. Vivem em grupos, são animais sociáveis, tanto entre eles, como com outros animais e humanos.
Sua excelente inteligência é motivo de muitos estudos por parte dos cientistas. Em cativeiro é possível treiná-los para executarem grande variedade de tarefas, algumas de grande complexidade. São extremamente brincalhões, pois nenhum animal, exceto o homem, tem uma variedade tão grande de comportamentos que não estejam diretamente ligados às atividades biológicas básicas, como alimentação e reprodução. Possuem o extraordinário sentido de ecolocalização ou biossonar ou ainda orientação por ecos, que utilizam para nadar por entre obstáculos ou para caçar suas presas.
São nadadores privilegiados, às vezes, saltam até cinco metros acima da água, podem nadar a uma velocidade de até 40 km/h e mergulhar a grandes profundidades. Sua alimentação consiste basicamente de peixes e lulas. Podem viver de 25 a 30 anos e dão à luz um filhote de cada vez. Vivem em grupos, são animais sociáveis, tanto entre eles, como com outros animais e humanos.
Sua excelente inteligência é motivo de muitos estudos por parte dos cientistas. Em cativeiro é possível treiná-los para executarem grande variedade de tarefas, algumas de grande complexidade. São extremamente brincalhões, pois nenhum animal, exceto o homem, tem uma variedade tão grande de comportamentos que não estejam diretamente ligados às atividades biológicas básicas, como alimentação e reprodução. Possuem o extraordinário sentido de ecolocalização ou biossonar ou ainda orientação por ecos, que utilizam para nadar por entre obstáculos ou para caçar suas presas.
peixe-boi
Os peixe-bois, vacas-marinhas ou manatis constituem uma designação comum aos mamíferos aquáticos, sirênios, como os dugongos, mas da família dos triquequídeos (Trichechidae). Possuem um grande corpo arredondado, com aspecto semelhante ao das morsas. O peixe-boi-marinho (Trichechus manatus) pode medir até quatro metros e pesar 800 quilos,[1] enquanto o peixe-boi-da-amazônia (Trichechus inunguis) é menor e atinge 2,5 metros e pode pesar até 300 quilos.
Habitam geralmente em águas costeiras e estuarinas quentes e rasas e pântanos, enquanto o peixe-boi-da-amazônia habita apenas em águas doces das bacias dos rios Amazonas e Orinoco. A Flórida é a localização mais ao norte onde vivem, pois a sua baixa taxa metabólica torna-se difícil no frio e não sobrevivem abaixo dos 15 °C.
Existem três espécies de peixe-boi:
Todas as espécies encontram-se ameaçadas de extinção e estão protegidas por leis ambientais em diversas partes do mundo. No Brasil, o peixe-boi é protegido por lei desde 1967[4] e a caça e a comercialização de produtos derivados do peixe-boi é crime que pode levar o infrator a até dois anos de prisão. São animais de hábitos solitários, raramente vistos em grupo fora da época de acasalamento.
Alimentam-se de algas, aguapés, capins aquáticos entre outras vegetações aquáticas e podem consumir até 10% de seu peso em plantas por dia e podem passar até oito horas por dia se alimentando.[1] Durante os primeiros dois anos de vida vivem com suas mães e ainda se alimentam de leite. São muito parecidos com os dugongos e a principal diferença entre o peixe-boi e o dugongo é a cauda. São animais muito mansos e, por este motivo, são facilmente caçados e se encontram em risco de extinção.
Habitam geralmente em águas costeiras e estuarinas quentes e rasas e pântanos, enquanto o peixe-boi-da-amazônia habita apenas em águas doces das bacias dos rios Amazonas e Orinoco. A Flórida é a localização mais ao norte onde vivem, pois a sua baixa taxa metabólica torna-se difícil no frio e não sobrevivem abaixo dos 15 °C.
Existem três espécies de peixe-boi:
- Peixe-boi-africano (Trichechus senegalensis), vive no Atlântico, habita as águas doces e costeiras do oeste da África,
- Peixe-boi-marinho (Trichechus manatus), também conhecidos como manatis, tem ampla distribuição nas Américas, indo desde o México, os Estados Unidos, vivendo nas ilhas da América Central, na Colômbia, Venezuela, nas Guianas, no Suriname e no Brasil, e
- Peixe-boi-da-amazônia (Trichechus inunguis), são animais fluviais e vivem nas bacias dos rios Amazonas e Orinoco.
- Uma quarta espécie, o peixe-boi-anão (T. bernhardi) foi encontrada no Brasil[2] embora alguns puseram em dúvida a sua validade supondo que seja um peixe-boi amazônico imaturo.[3]
Todas as espécies encontram-se ameaçadas de extinção e estão protegidas por leis ambientais em diversas partes do mundo. No Brasil, o peixe-boi é protegido por lei desde 1967[4] e a caça e a comercialização de produtos derivados do peixe-boi é crime que pode levar o infrator a até dois anos de prisão. São animais de hábitos solitários, raramente vistos em grupo fora da época de acasalamento.
Alimentam-se de algas, aguapés, capins aquáticos entre outras vegetações aquáticas e podem consumir até 10% de seu peso em plantas por dia e podem passar até oito horas por dia se alimentando.[1] Durante os primeiros dois anos de vida vivem com suas mães e ainda se alimentam de leite. São muito parecidos com os dugongos e a principal diferença entre o peixe-boi e o dugongo é a cauda. São animais muito mansos e, por este motivo, são facilmente caçados e se encontram em risco de extinção.
tartaruga-marinha
Tartaruga-marinha (Cheloniidae) é a família da ordem das tartarugas que inclui as espécies de tartaruga que vivem no mar. O grupo é constituído por seis géneros e sete espécies, todas elas ameaçadas de extinção.
As tartarugas-marinhas habitam todos os oceanos, excepto o Oceano Antártico, em zonas de água tropical e subtropical. A maioria das espécies são migratórias e vagueiam pelos oceanos, orientando-se com a ajuda do campo magnético terrestre. A tartaruga-de-couro é a maior espécie, atingindo 2 m de comprimento e 1,5 m de largura, para 600 kg de peso.
Após atingir a maturidade sexual, em muitas espécies apenas por volta dos 30 anos, a fêmea regressa à praia onde nasceu para enterrar os seus ovos na areia. As tartarugas são extremamente fiéis a este local e não nidificam noutras praias. As posturas da tartaruga de Kemp, por exemplo, estão totalmente confinadas a uma única praia na costa do México. A incubação leva cerca de dois meses após o que os juvenis escavam a saída a correm para o mar. A eclosão das tartarugas é um grande acontecimento ecológico e todos os predadores das redondezas (aves, peixes, mamíferos e seres humanos em busca dos ovos) acorrem a estas praias para caçar os juvenis. Calcula-se que apenas 1 em 100 consiga atingir a maturidade.
A sobrevivência das tartarugas-marinhas continua em risco, após muitos anos de caça intensiva pela sua carapaça, carne (utilizada para sopa) e gordura. Atualmente a caça está controlada mas estes animais continuam a estar ameaçados pelas redes de pesca que matam cerca de 40 000 exemplares por ano. Outra das maiores ameaças é o desenvolvimento costeiro nas áreas de nidificação, que impede as fêmeas de pôr os ovos e impossibilita a sua reprodução.
As tartarugas-marinhas habitam todos os oceanos, excepto o Oceano Antártico, em zonas de água tropical e subtropical. A maioria das espécies são migratórias e vagueiam pelos oceanos, orientando-se com a ajuda do campo magnético terrestre. A tartaruga-de-couro é a maior espécie, atingindo 2 m de comprimento e 1,5 m de largura, para 600 kg de peso.
Após atingir a maturidade sexual, em muitas espécies apenas por volta dos 30 anos, a fêmea regressa à praia onde nasceu para enterrar os seus ovos na areia. As tartarugas são extremamente fiéis a este local e não nidificam noutras praias. As posturas da tartaruga de Kemp, por exemplo, estão totalmente confinadas a uma única praia na costa do México. A incubação leva cerca de dois meses após o que os juvenis escavam a saída a correm para o mar. A eclosão das tartarugas é um grande acontecimento ecológico e todos os predadores das redondezas (aves, peixes, mamíferos e seres humanos em busca dos ovos) acorrem a estas praias para caçar os juvenis. Calcula-se que apenas 1 em 100 consiga atingir a maturidade.
A sobrevivência das tartarugas-marinhas continua em risco, após muitos anos de caça intensiva pela sua carapaça, carne (utilizada para sopa) e gordura. Atualmente a caça está controlada mas estes animais continuam a estar ameaçados pelas redes de pesca que matam cerca de 40 000 exemplares por ano. Outra das maiores ameaças é o desenvolvimento costeiro nas áreas de nidificação, que impede as fêmeas de pôr os ovos e impossibilita a sua reprodução.
Leão
O leão (do latim leone)[1][2] (Panthera leo) é um dos quatro grandes felinos no gênero Panthera, e um membro da família Felidae. Com alguns machos excedendo 250 kg em peso, ele é o segundo maior felino vivente depois do tigre. Leões selvagens existem atualmente na África Subsaariana, e na Ásia com uma população reminescente em perigo crítico, na Floresta de Gir na Índia, tendo desaparecido da África do Norte e do Sudoeste Asiático em tempos históricos. Até o Pleistoceno tardio, o qual foi há cerca de 10 000 anos, o leão era o mais difundido grande mamífero terrestre depois dos humanos. Eles eram encontrados na maior parte da África, muito da Eurásia, da Europa Ocidental à índia, e na América do Yukon ao Peru.
Leões vivem por volta de 10-14 anos na natureza, enquanto em cativeiro eles podem viver mais de vinte anos. Na natureza, machos raras vezes vivem mais do que dez anos, visto que ferimentos sofridos em combate contínuo com machos rivais reduzem sua longevidade. Originalmente era encontrado na Europa, Ásia e África. Tais felinos possuem coloração variável, entre o amarelo-claro e o marrom-escuro, com as partes inferiores do corpo mais claras, ponta da cauda com um tufo de pêlos negros (que encobrem um esporão córneo, para espantar moscas) e machos com uma longa juba. Há ainda uma raridade genética de leões brancos, que apresentam dificuldades de sobrevivência por se destacarem nas savanas ou selvas, logo, tendo imensas dificuldades de caça. São exclusivos da reserva de Timbavati, localizada no Parque Nacional Kruger, na África do Sul.
Os leões estão muito concentrados atualmente nas savanas reservadas, onde caçam principalmente grandes mamíferos, como antílopes, zebras, javalis; um grupo abate um búfalo-africano entretanto, se o bando estiver faminto pode abater um elefante jovem, na maioria das vezes, e que esteja só. Também é frequente o confronto com hienas, estando estas em bandos ou não, por disputa de território e carcaças.
O leão é apelidado de o "rei dos animais" por se encontrar - em condições naturais e normais - no topo da cadeia alimentar dos animais que habitam em terra seca. Apesar disso, são os felinos mais sociáveis do mundo: um grupo pode possuir até quarenta indivíduos, composto na maioria por fêmeas.
Leões vivem por volta de 10-14 anos na natureza, enquanto em cativeiro eles podem viver mais de vinte anos. Na natureza, machos raras vezes vivem mais do que dez anos, visto que ferimentos sofridos em combate contínuo com machos rivais reduzem sua longevidade. Originalmente era encontrado na Europa, Ásia e África. Tais felinos possuem coloração variável, entre o amarelo-claro e o marrom-escuro, com as partes inferiores do corpo mais claras, ponta da cauda com um tufo de pêlos negros (que encobrem um esporão córneo, para espantar moscas) e machos com uma longa juba. Há ainda uma raridade genética de leões brancos, que apresentam dificuldades de sobrevivência por se destacarem nas savanas ou selvas, logo, tendo imensas dificuldades de caça. São exclusivos da reserva de Timbavati, localizada no Parque Nacional Kruger, na África do Sul.
Os leões estão muito concentrados atualmente nas savanas reservadas, onde caçam principalmente grandes mamíferos, como antílopes, zebras, javalis; um grupo abate um búfalo-africano entretanto, se o bando estiver faminto pode abater um elefante jovem, na maioria das vezes, e que esteja só. Também é frequente o confronto com hienas, estando estas em bandos ou não, por disputa de território e carcaças.
O leão é apelidado de o "rei dos animais" por se encontrar - em condições naturais e normais - no topo da cadeia alimentar dos animais que habitam em terra seca. Apesar disso, são os felinos mais sociáveis do mundo: um grupo pode possuir até quarenta indivíduos, composto na maioria por fêmeas.
Ornintorrinco
Ornitorrinco (nome científico: Ornithorhynchus anatinus, do grego: ornitho, ave + rhynchus, bico; e do latim: anati, pato + inus, semelhante a: "com bico de ave, semelhante a pato") é um mamífero semiaquático natural da Austrália e Tasmânia. É o único representante vivo da família Ornithorhynchidae, e a única (a) espécie do gênero Ornithorhynchus (b). Juntamente com as équidnas, formam o grupo dos monotremados, os únicos mamíferos ovíparos existentes. A espécie é monotípica.
O ornitorrinco possui hábito crepuscular e/ou noturno. Carnívoro, alimenta-se de insetos, vermes e crustáceos de água doce. Possui diversas adaptações para a vida em rios e lagoas, entre elas as membranas interdigitais, mais proeminentes nas patas dianteiras. É um animal ovíparo, cuja fêmea põe cerca de dois ovos, que incuba por aproximadamente dez dias num ninho especialmente construído. Os monotremados recém-eclodidos apresentam um dente similar ao das aves (um carúnculo), utilizado na abertura da casca; os adultos não possuem dentes. A fêmea não possui mamas, e o leite é diretamente lambido dos poros e sulcos abdominais. Esporões venenosos nas patas estão presentes nos machos e são utilizados principalmente para defesa territorial e contra predadores.
As características atípicas do ornitorrinco fizeram com que o primeiro espécime empalhado levado para Inglaterra fosse classificado pela comunidade científica como um embuste. Hoje, ele é um ícone nacional da Austrália, aparecendo como mascote em competições e eventos e em uma das faces da moeda de vinte centavos do dólar australiano. É uma espécie pouco ameaçada de extinção. Recentes pesquisas estão sequenciando o genoma do ornitorrinco e pesquisadores já descobriram vários genes que são compartilhados tanto com répteis como com as aves. Mas cerca de 82% do seus genes são compartilhados com outras espécies de mamíferos já sequenciadas, como o cachorro, a ratazana e o homem.
O ornitorrinco possui hábito crepuscular e/ou noturno. Carnívoro, alimenta-se de insetos, vermes e crustáceos de água doce. Possui diversas adaptações para a vida em rios e lagoas, entre elas as membranas interdigitais, mais proeminentes nas patas dianteiras. É um animal ovíparo, cuja fêmea põe cerca de dois ovos, que incuba por aproximadamente dez dias num ninho especialmente construído. Os monotremados recém-eclodidos apresentam um dente similar ao das aves (um carúnculo), utilizado na abertura da casca; os adultos não possuem dentes. A fêmea não possui mamas, e o leite é diretamente lambido dos poros e sulcos abdominais. Esporões venenosos nas patas estão presentes nos machos e são utilizados principalmente para defesa territorial e contra predadores.
As características atípicas do ornitorrinco fizeram com que o primeiro espécime empalhado levado para Inglaterra fosse classificado pela comunidade científica como um embuste. Hoje, ele é um ícone nacional da Austrália, aparecendo como mascote em competições e eventos e em uma das faces da moeda de vinte centavos do dólar australiano. É uma espécie pouco ameaçada de extinção. Recentes pesquisas estão sequenciando o genoma do ornitorrinco e pesquisadores já descobriram vários genes que são compartilhados tanto com répteis como com as aves. Mas cerca de 82% do seus genes são compartilhados com outras espécies de mamíferos já sequenciadas, como o cachorro, a ratazana e o homem.
Baleia-Azul
A baleia-azul, (Balaenoptera musculus) é um Mamífero marinho. Como outras baleias, as baleias azuis usam lâminas córneas na sua cavidade bucal para filtrar seu alimento (krill) da água do mar, alimentando-se também de pequenos peixes e lulas. A baleia-azul é o maior animal alguma vez existente, podendo chegar a ter 33 metros de comprimento e mais de 180 toneladas de peso[1].
A baleia-azul possui uma pequena aleta (abertura) que é visível apenas num curto período, quando a baleia mergulha. Tal aleta pode produzir jatos de água de até nove metros altura. O seu pulmão pode conter aproximadamente cinco mil litros de ar.
É também o animal mais ruidoso do mundo. Emitem sons de baixa frequência que atingem os 188 decibéis — mais fortes que o som de um avião a jacto — que podem ser ouvidos a mais de 800
A baleia-azul, (Balaenoptera musculus) é um Mamífero marinho. Como outras baleias, as baleias azuis usam lâminas córneas na sua cavidade bucal para filtrar seu alimento (krill) da água do mar, alimentando-se também de pequenos peixes e lulas. A baleia-azul é o maior animal alguma vez existente, podendo chegar a ter 33 metros de comprimento e mais de 180 toneladas de peso[1].
A baleia-azul possui uma pequena aleta (abertura) que é visível apenas num curto período, quando a baleia mergulha. Tal aleta pode produzir jatos de água de até nove metros altura. O seu pulmão pode conter aproximadamente cinco mil litros de ar.
É também o animal mais ruidoso do mundo. Emitem sons de baixa frequência que atingem os 188 decibéis — mais fortes que o som de um avião a jacto — que podem ser ouvidos a mais de 800
Aves brasileiras
Existem cerca de 9.800 espécies viventes de aves, aproximadamente, distribuídas por todos os Continentes. No Brasil já foram registradas cerca de 1.800 espécies de aves. É o terceiro país em biodiversidade de avifauna. É o segundo em endemismo, ou seja, espécies que são encontradas somente no País.
As aves, tanto as brasileiras como as africanas, compreendem muitas Ordens, as quais estão subdivididas em várias famílias cada. Abaixo algumas delas:
Anseriforme (anhuma, cisnes, marrecos, patos, tachãs)Caradriiforme (quero-quero)Ciconiiforme (abutres, águias, cegonhas, colhereiros, curicacas, falcões, garças, gaviões, guarás, íbis, maguaris, socós, tuiuiús, urubus)Columbiforme (pomba-goura, pombos, rolas)
Esfenisciforme (pinguins)Estrigiforme (corujas)
Estrutioniforme (avestruzes, casuares?, emas, emus, quivi ou kiwis?)
Fenicopteriforme (flamingos)
Galiforme (codornas, codorniz, galos, faisões, jacus, jacutingas, mutuns, pavões, perdizes, perus, urogalos, urus)Gruiforme (frangos-d’água, grous-africanos, jacamins, saracuras, seriemas)Passeriforme
Existem cerca de 9.800 espécies viventes de aves, aproximadamente, distribuídas por todos os Continentes. No Brasil já foram registradas cerca de 1.800 espécies de aves. É o terceiro país em biodiversidade de avifauna. É o segundo em endemismo, ou seja, espécies que são encontradas somente no País.
As aves, tanto as brasileiras como as africanas, compreendem muitas Ordens, as quais estão subdivididas em várias famílias cada. Abaixo algumas delas:
Anseriforme (anhuma, cisnes, marrecos, patos, tachãs)Caradriiforme (quero-quero)Ciconiiforme (abutres, águias, cegonhas, colhereiros, curicacas, falcões, garças, gaviões, guarás, íbis, maguaris, socós, tuiuiús, urubus)Columbiforme (pomba-goura, pombos, rolas)
Esfenisciforme (pinguins)Estrigiforme (corujas)
Estrutioniforme (avestruzes, casuares?, emas, emus, quivi ou kiwis?)
Fenicopteriforme (flamingos)
Galiforme (codornas, codorniz, galos, faisões, jacus, jacutingas, mutuns, pavões, perdizes, perus, urogalos, urus)Gruiforme (frangos-d’água, grous-africanos, jacamins, saracuras, seriemas)Passeriforme
Piciforme (araçaris, pica-paus, tucanos)Psitaciforme (araras, periquitos [ararajuba, aratingas, jandaias], papagaios)Pelicaniforme (atobás, biguás, pelicanos)
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